(Os dias passam. As descobertas continuam a acontecer. Fazes-me feliz. Tão feliz, que às vezes não sei como ser. Como viver. Como estar. Amo-te mais arroz que um casamento)!
"Há um tempo em que é necessário abandonar as roupas usadas... que já têm a forma do nosso corpo... e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares... É o tempo da travessia... e se não ousarmos fazê-la... teremos ficado para sempre... à margem de nós mesmos."
domingo, 13 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Às quatro crianças...
... da minha vida. Helena, Mariana, Matilde e Rui (por ordem de maturidade): um dia muito feliz!
(Beijinhos a todos os primos e primas e afins)!
(E já agora... beijinhos a todos os filhos dos amigos também)!
(Beijinhos a todos os primos e primas e afins)!
(E já agora... beijinhos a todos os filhos dos amigos também)!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Parece que são uma instituição...
A minha filha, com oito anos e meio, conhece as músicas dos Xutos e Pontapés. Foi vê-la sentada no sofá, de olhos vidrados, no concerto!
(Eu, arrepiada com o "Circo de Feras")!
(Era um dia novo, para me esquecer que este existiu...)
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Das habilidades culinárias...
Além dos caracóis continuarem a ser o pitéu favorito, adora a comida que faço, por mais simples que seja. Quase sempre sou brindada com um "Mãe, isto é a melhor comida do mundo"!
Portanto deduzo que todos os dias faço verdadeiras odes à culinária. Um dia destes ainda recebo uma estrela michelin!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Do fim-de-semana... (toda a verdade)!
Porque os planos traçados nunca são cumpridos...
Sexta à noite, a "Fraude" na Malaposta, com o Leandro Morgado. A minha perplexidade face à descoberta da "violência".
Sábado, doce-amor no casamento e eu à solta no Dolce Vitta Tejo. Cinema, e muitas lágrimas em "Um sonho possível". À noite, jantar no panorâmico do Hotel Tivoli. Aniversário da Pipa. Noite no bar do Casino de Lisboa.
Domingo no Padrão dos Descobrimentos. Almoço no restaurante da marinhoa. Volta pela Feira do Livro. Malaposta de novo, desta vez para ver "Um cadáver... atrás da porta"! Jantar e regresso de motorista privado, uma vez que o carro resolveu passar a noite em Odivelas e regressa só amanhã, directo para a oficina.
Soube bem e a pouco...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Do fim-de-semana...
Lisboa.
Hoje à noite, Centro Cultural da Malaposta: "Um cadáver... atrás da porta!"
Sábado, um casamento e um 30º aniversário, que culminam no "Plateau".
Domingo... Dolce far niente!
Hoje à noite, Centro Cultural da Malaposta: "Um cadáver... atrás da porta!"
Sábado, um casamento e um 30º aniversário, que culminam no "Plateau".
Domingo... Dolce far niente!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Da ausência...
... que não foi ao acaso! Três ou quatro dias problemáticos. A minha incapacidade de controlar uma tristeza injustificada. Sem perceber o que aconteceu. A saber apenas que chorava a todos os momentos. Chorava quando falavam comigo. Quando via alguma coisa na televisão. Quando pensava em o que quer que fosse. Decidi não desesperar. Esperar que passasse. Sem negar, ou ignorar.
Sinto-me mentalmente cansada. Cansada de estar em casa. Das rotinas. Desta ansiedade que é a incerteza do futuro. Cansada de não ter uma solução, quando o tempo não pára.
Ontem depois de uma situação de stress, fiquei melhor. Com a certeza de que estou muito longe de encontrar uma solução, fico com medo. Medo de que se repita muitas vezes. Medo de que se esgote a paciência de quem está à minha volta. Medo das vezes que provavelmente não vou conseguir controlar os sentimentos de isolamento que se apoderam de mim.
Seis meses depois, ainda estou muito longe daquilo que anseio...
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Parabéns!
Já lá vão uns anos, desde que Coimbra nos apresentou. Anos de histórias, de cumplicidade, de gargalhadas. Anos de uma amizade que foi crescendo, e que tenho a certeza de que se vai manter para sempre.
Estás mais velha, tão mais velha que eu. Trintona, portanto. Adeus, loucos "twentys"! Daqui para a terceira idade, resta-te um pequeno passo, do qual ainda estou a uma longa distância.
(Sim, eu sei que estás mais bonita, mais sensata, mais poderosa e vitaminada...)
Hoje à noite festejamos com sushi, ao som do "Michatone"?
Parabéns, Pipa! Parabéns...
terça-feira, 18 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Da vinda do Papa...
Não lhe reconhecia o misticismo do anterior. Chegou, em alguns momentos, a provocar-me alguma antipatia. Até agora...
Agora... que me deu o privilégio de ainda não ter ouvido falar uma única vez do Benfica (brincadeira)! Que contra os protocolos, ontem foi à varanda agradecer uma serenata espontânea, de jovens. E que hoje saiu por uma porta central, ao contrário do que era esperado (vi uma reportagem de uma senhora que me comoveu). Relativizei o sentido de fé. Senti-me pequena. E pensei... que provavelmente a dimensão desta pessoa é tão maior do que aquilo que julgava...
(Esta Igreja... do amor... é aquela em que acredito)!
(Esta Igreja... do amor... é aquela em que acredito)!
Tão bom...
... como fazer uma viagem é regressar! De quatro dias maravilhosos, em excelente companhia. Regressar e sentir que há sítios com os quais sonhamos desde sempre que superam as nossas expectativas. E Londres foi assim. Muito além do que eu imaginava. Do que eu esperava. Do que eu queria acreditar que seria.
Mas tão bom como Londres foi sentir o avião parar. E pensar... estou de volta para as minhas pessoas. De volta para a voz feliz da Helena, que esperava o meu telefonema. De volta para os mimos das manas, e das sobrinhas, com quem falei. De volta para o meu doce, que estava à nossa espera no aeroporto.
À espera sem os flashes, os balões e as flores que eu imagino sempre (porque os terminais de aeroporto são, sem dúvida, os sítios mais românticos do mundo). Mas com um cartaz. E eu... comovida. Sensibilizada. feliz.
Tenho mais de 700 fotografias de Londres, cujas amostras hei-de publicar. Montanhas de histórias para contar. Uns tantos presentes que mal couberam na mala. Além de tudo... tenho os melhores amigos, a melhor família, e o melhor namorado do mundo. E hoje, apesar do cansaço extremo. Apesar de sentir mal as pernas, pelo excesso de caminhadas feitas. Apesar das noites curtas. Hoje não consigo dormir...
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Oh minha querida amiga nuvem de cinza...
... eu compreendo que queiras fazer um tour pela Europa. E que este cantinho à beira mar plantado seja tentador. Compreendo que queiras conhecer o Bairro Alto, comer uns pastéis de Belém, e passear no Parque das Nações.
Mas nuvem cinzentinha e cheia de poeiras de vulcão... eu tenho medo de andar de avião. E tenho um sonho que me lembro desde ser gente: conhecer Londres. E Londres, se tu permitires, está a menos de 24 horas. Londres dura quatro dias. E depois de Londres, eu queria voltar sã e salva. Cheia de histórias para contar. Com o meu saco de mimos, cheio de saudades e beijos para os meus.
Nuvem... deixa-te levar pela chuva, deixa-nos ir. E regressar. Prometo que te apresento uns raios e chuviscos com quem possas fazer os teus passeios.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Dela...
Demasiado difícil nos últimos tempos. Tão difícil, que me faz chegar ao limite quase sempre. Ela é birras por tudo e por nada. Crises de choro contínuas. Desafios de autoridade. Respostas tortas. Teimosia ao rubro...
Subitamente, dou por mim a ter saudades dos 4 anos. E dos 5. Quando era só parvinha. Sem requintes de malvadez que me põe a chorar em três tempos. Sem estes acessos de ciúmes, que a fazem tratar mal toda a gente. Ao princípio, achei que se sentia ameaçada. Mas nunca, como agora, estivemos tanto juntas. Continuamos a fazer as nossas coisas divertidas. Há sempre tempo para ela. Tempo só nosso. Portanto, não se justifica.
E já tentei tudo. Já conversei, vezes sem conta. Já expliquei. Já ralhei. Já castiguei. Já bati. Já utilizei todas as formas (pedagógicas ou não), de tentar fazê-la compreender-me. Já fiz desabafos. E não consigo. Há dias em que sinto que não consigo.
Era uma poção mágica que mudasse o cenário dantesco, por favor. Porque a minha vida podia ser perfeita. Mas não era a mesma coisa...
De hoje...
Compras, com a minha consultora pessoal! Vestido para o casamento. Acessórios para o casamento. E, não desfazendo nos outros convidados que ainda não vi... vou mesmo gira! Mas tão gira, que ofusco... (ou então é do brilho das lantejoulas...)!
Diga-se de passagem... o meu amor também vai ser o gajo mais giro lá da festa, com o fato que (ainda não) comprámos - mas gravata já tem!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Orgulho-me...
... imenso de viver num país onde vai haver um TGV, um novo aeroporto (numa célebre localidade chamada Alcochete-jamais), e a terceira auto-estrada que há-de ligar Lisboa ao Porto. Orgulho-me deste país, onde há milhares de desempregados licenciados, para os quais não existem sequer ofertas de emprego nos Centros. Orgulho-me desses ditos Centros, onde trabalham outros milhares de pessoas, que empregam cerca de 3,5% dos desempregados. Orgulho-me de ser frequentadora de um desses Centros, onde pedi (quase por amor da Santa), para ser colocada num POC, enquanto se mantém a minha situação. Mas a pessoa que se encarrega dos POC's na minha área de residência não estava. E como é óbvio, quando uma pessoa não está num serviço público, ninguém sabe responder pelo seu trabalho. Orgulho-me da outra funcionária que ficou de me ligar até hoje (e vou esperando sentada, para não me cansar). Orgulho-me das medidas de apoio ao emprego adoptadas, que têm tanto de burocráticas como de ridículas...
Orgulho-me destas novas medidas, que vão reduzir o dinheiro que era meu de direito, que ainda nem sequer comecei a receber, mas que descontei para ter. Quando existem gestores de empresas públicas a ganhar anualmente o que muitos de nós não conseguem receber numa vida inteira.
(Há coisas que custam muito a digerir...)
How strong my love is...
Está uma daquelas noites claras de que gostas tanto. Sem conseguir dormir, vim para a varanda. Lua, estrelas e calor. À mistura das saudades. Em mais uma das noites que não estás aqui. Sem ansiedade, embora te espere sempre. Sei que vais regressar. E essa é a paz que me sossega a cada dia a que as Sextas-Feiras ainda estão longe. Tão longe...
Tem sido assim. Como se fosses parte da minha vida, sempre. Como se esta fosse a única forma de amar verdadeiramente outra pessoa. Como se, subitamente, o passado não existisse.
Sei que quem nos vê entende. Sei que nos entendemos na perfeição. Esta perfeição que é descobrir-te desde aquele primeiro dia. Sei que consigo ver o que muito poucos têm o privilégio de ver. Conheço a forma como te dás... como és comigo. Como te preocupas. Conheço a tua sensibilidade rara, que me desarma. E estou a aprender. A ser mais forte, mais positiva. A aceitar que a minha vida pode ser tão mais simples do que tem sido até aqui.
E é assim forte o que sinto por ti. Que toda a gente devia ser capaz de o sentir, pelo menos uma vez na vida. Porque não é sequer uma paixão vulgar. Comum. É a minha devoção. E a certeza plena. Do quanto somos únicos. Especiais. Do quanto és importante para mim. Do que te admiro. Do orgulho que tenho em ver-te soltar as palavras, e os sentimentos, e a vida. Essa vida toda que tinhas dentro de ti. E a deixares-me amar-te desta maneira...
Agradeço incondicionalmente, todos os dias. A forma despreocupada que te fez agarrar a minha vida e os meus problemas. Aceitar os meus acessos de raiva e de injustiça. Querer-me, mesmo a saber de todos os erros que cometi. Agradeço o gosto que me devolveste pela vida. E o facto de me teres mostrado que a felicidade está num caminho bem diferente do que aquele que tinha imaginado. Porque é isso que tenho sido contigo: verdadeiramente feliz. Só para o caso de me ter esquecido de te dizer, mais uma vez...
terça-feira, 27 de abril de 2010
Não sou só eu...
... que me divirto imenso com este tema.
Não tem havido manhã na qual não me sinta deliciada, a ouvir as peixeiradas, apupos e mimos que tais trocados entre inquiridos e inquiridores.
Adoro!
(E já agora, era um cargo para mim também, se fizerem favor)!
Do calor do quase Verão...
Sabem demasiado bem estes dias. Estes fins de tarde na varanda, com cheiro a mar.
Sabe bem o calor. O sol. A disposição.
Sabe bem o quase Verão! (Que fique por muitos e longos meses...)
Sabe bem o calor. O sol. A disposição.
Sabe bem o quase Verão! (Que fique por muitos e longos meses...)
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Balanço do macaco...
Às 8 em ponto lá estava. De livro, fichas para pintar, e macaco animado. A ela, adivinhei-lhe o nervoso miudinho, misturado com orgulho nos nossos trabalhos manuais.
Li a história, que foi provocando algumas gargalhadas. No fim, leram a lenga-lenga em conjunto.
E o macaco lá ficou, exposto na sala. E os olhinhos dela a brilhar...
(O nome do macaco - Salta Galhos - foi repetido vezes sem conta, sem me enganar...)
Hoje comemorámos assim o dia mundial do livro.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Não sei se já disse...
... que odeio tarefas domésticas. Ahhhh... e que não gosto de me armar em fada do lar. Que os detergentes me fazem urticária. E que só de pensar em passar a ferro, fico doente. Muito doente, mesmo. Tão doente, que me obrigo a deitar-me no sofá!
(Não sei se já disse que odeio tarefas domésticas...)
O macaco do rabo cortado...
Semana da leitura na escola da Helena. Amanhã vou ler este livro, para 19 pestes.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Posso...
... começar a elaborar a minha vasta lista de presentes do dia da mãe?
Façam chegar os respectivos patrocínios à minha rica filha, por favor!
Façam chegar os respectivos patrocínios à minha rica filha, por favor!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
A dança da passagem...
Hoje, durante a aula, vi-a a falar com a professora fora da piscina. Depois foi para a parte mais alta, e nadou, enquanto outro professor a observava. Saiu da aula aos pulinhos, porque a professora achou que devia mudar de nível, e foi pedir opinião ao professor dos mais velhos. E o professor dos mais velhos disse que ela nadava muito bem, e que queria que ela fosse para a turma dele.
Falei com a professora. Aparentemente já não tem espaço para evoluir na turma onde está, pelo que vai propôr hoje em reunião que mude de turma para um nível mais avançado. Avisou logo que as aulas vão ser mais puxadas, e que se vai sentir bastante mais cansada. Mas que logo se há-de adaptar.
Estive durante mais de meia-hora a ouvir uma música cuja letra era "vou passar de ano, vou passar de ano"!
So proud...
SOCORRO!!!!
Descobriu o messenger. E adicionou os amigos. Levou já uma série de sermões acerca dos perigos da internet. Foi avisada de que as conversas vão ser criteriosamente monitorizadas. Acha o máximo poder falar com os amigos depois da escola.
Não quer o telemóvel da Imaginarium, e deixou-me dá-lo à prima sem qualquer tipo de reclamação. Diz que é infantil. O pai arranjou-lhe um que era da avó. E ela está feliz.
(Quando é que ela começou a crescer desta maneira sem eu me aperceber?)
Fim-de-semana em palavras...
Saímos por volta das 18h. Sem adivinhar que nos esperavam dois dias de viagens atribuladas. De mapa na mão, estradas nem sempre boas. Muitas curvas! Pelo caminho marcámos jantar no hotel, já a adivinhar que não ía ser fácil chegar. E não é. Mais de 20 km a 50. Chegámos cansados. A Lapa dos Dinheiros é uma aldeia de montanha, e como o próprio nome indica, tem acesso difícil. Ruas estreitas. Demasiado estreitas para eu passar sem me arrepiar. O hotel era mais do que esperávamos. Além de, à chegada, nos perguntarem pelas crianças. Porque houve uma confusão com as reservas, e no nosso quarto estavam uma cama extra e um berço. Nada que não fosse imediatamente resolvido.
Jantámos divinalmente. Espumante da casa, que não cheguei a provar, em solidariedade para com o meu amor, que não bebe. Uma entrada de queijo fresco com legumes. Creme de alho francês. Vitela estufada com arroz selvagem e legumes. Buffet de sobremesas (a tarde de côco era uma maravilha). Quarto. Primeiro presente.
Acordámos cedo, ao som de passarinhos e da cascata mesmo ao lado do hotel. Tomámos o pequeno-almoço fabuloso. Seguimos para Seia, e fomos à Serra, com algumas paragens para ver a paisagem e tirar fotos. A torre estava ainda coberta de neve. Vimos nevar, e parecíamos duas crianças. Brincámos. Rimos. Tirámos fotos. Muitas.
Descemos novamente para Seia. Museu do Pão. Visita ao Museu, que estava uma confusão. Cheio de gente. Mercearia e biscoitos de presente para as famílias (manas, os vossos estão à espera). Almoço no restaurante do Museu. Dizer o quê? Eu já conhecia. Buffet de entradas, e de pão. Sopa. Polvo assado com batatas a murro. Lombo de porco com castanhas. Buffet de sobremesas. Divinal. Acabámos de almoçar, e depois de uma breve indecisão, decidimos ir até Viseu. Já sem hora para ir ao Museu Grão Vasco, fomos à Sé, que é linda. Depois fomos ao Palacio do Gelo. Algumas lojas. Jantar no rodízio. Desfile de moda apresentado pela Catarina Furtado, que é poderosa. Bar do gelo. Espectacular. Música que o meu amor adorou. Muitas fotos, mais uma vez. Sessão de cinema à meia-noite. "The Crazies". Assim a dar para o mau. Comigo a dar saltos na cadeira a cada vez que os assassinos malucos se lembravam de atacar mais uma vítima. Valeu o actor principal. Que não sei quem era, mas representava muito bem (ehehehehehe)! Viagem de regresso à Lapa dos Dinheiros. Chegámos tarde. Segundo presente.
Depois... Domingo já se acorda com aquele nostalgia do fim. Depois do pequeno-almoço tardio, fizemos check-out, e fomos em direcção a Coimbra. Era suposto irmos ao Luso, mas decidimos ir ao mosteiro de Lorvão. Que até estava fechado. Depois... um desvio no caminho que nos levou para dentro de uma aldeia, que ainda não sei como a carrinha conseguiu passar. Muitas lágrimas e stress depois (estava a ver que ficava presa no meio da rua), chegámos. Almocámos num japonês acabado de abrir, e fomos à Quinta das Lágrimas, ver o sangue da Inês de Castro. Regresso à Nazaré. Jantar. Terceiro presente. Despedida do costume, das noites de Domingo.
E um fim-de-semana quase indescritível. Que soube a pouco. E que me deixou feliz. Muito feliz, mais uma vez...
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