"Há um tempo em que é necessário abandonar as roupas usadas... que já têm a forma do nosso corpo... e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares... É o tempo da travessia... e se não ousarmos fazê-la... teremos ficado para sempre... à margem de nós mesmos."
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Não bastava...
... ter tido um fim-de-semana que há-de ficar para sempre na história dos fins-de-semana fantásticos. Não bastava. Porque o meu amor resolveu oferecer-me estes três presentes (um na Sexta à noite, outro no Sábado, e o terceiro agora). E eu estou tão... mas tão vaidosa!
How lucky am i?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
À chegada...
... diz-me que quer ser igual à Sara. Sorrio, e deixo-a sonhar.
Sorrio, e vou vendo os mergulhos que dá. As braçadas curtas. Os óculos, em cima dos olhinhos que procuram os meus. As mãos pequenas sempre prontas a acenar-me.
Sorrio, a ver que termina as aulas sempre eufórica. Que fica verdadeiramente entusiasmada. E que, nunca sendo a Sara, vai ser quem ela quiser. Contando que seja feliz. Sempre. Para sempre. Imensamente feliz!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Para a minha querida amiga Sandra...
Pois é. Eu prometo que nos próximos tempos a boa vida acaba, e ficamos (só?) pela Nazaré, que é uma grande chatice - uma praia linda de morrer, com um areal delicioso, e um passeio para fazer grandes caminhadas, que ao sol parece um pequeno paraíso...
Mas a partir de Sexta-feira, faça chuva ou faça sol, passamos o fim-de-semana aqui. Aparentemente até vai haver neve na torre. Mas se por acaso a chuva e o mau tempo não nos deixarem saír de "casa", as críticas indicam que isso não é exactamente um problema. Até porque no quarto vamos ter uma banheira com hidromassagem. Também há uma sala com lareira, onde consta que se servem chá, café e bolos. E um mini-restaurante onde se servem refeições tipicamente portuguesas de comer e chorar por mais.
De qualquer forma, vamos estar muito perto de Seia. E ir a Seia, significa uma passagem obrigatória pelo magnífico Museu do Pão. Vou adorar regressar.
(A minha dieta entra em hibernação até Domingo à noite).
(Esta fase do namoro-que-ainda-agora-começou-e-dá-vontade-de-descobrir-o-mundo... é uma delícia)!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Ainda naquela onda do "há-vidas-piores-mas-não-prestam"...
Marquei Londres. No dia 8, eu e a ianita voamos cedinho para uma das minhas viagens de sonho. Desde que me lembro de ser gente que quero lá ir. Agora... finalmente... é uma realidade que começa a desenhar-se. British airwais, e um hotel que dizem ser central. A rainha que nos aguarde!
Disse adeus...
... aos óculos antigos. Com aquele sorriso do costume, e a energia inesgotável que a caracteriza! Os novos são azuis, ficam-lhe lindamente (e devem durar no máximo meia dúzia de meses).
Nesta fase, tudo é ridículo e brutal ao mesmo tempo. Continua insegura em determinadas relações, apesar de eu estar constantemente a dizer-lhe o quanto é amada, e importante para mim.
Dá opiniões. Palpites. Acha-se crescida. Quer ajudar em quase tudo, mas acaba por não fazer nada. No meio do mundo da fantasia que criou, continua apenas a haver espaço para o Justin Bieber, e para a Hanna Montana.
É meiga. Tão meiga. Salta-me para o colo, a toda a hora. Dá beijos e abraços sentidos. E continua, todos os dias, a dar-me lições de amor eterno. Amor único. Amor incondicional. Amor doce...
Do fim-de-semana...
Foi demasiado bom. Demasiado agradável. Demasiado difícil de exprimir por palavras. Das poucas imagens que tenho. Das memórias que guardei. O que tudo me faz feliz... muito feliz, quando estamos juntos.
Na Sexta-Feira cheguei ainda cedo. Estava um dia quente, e aproveitámos para fazer um passeio pelo Parque das Nações. Muita gente. Muitas crianças a brincar. O teleférico, e o medo que mantenho de alturas, e de não ter os pés no chão. Algum tempo deitados no jardim. Muitas conversas. Muitos mimos.
Depois do jantar excelente, fomos ao Centro Cultural da Malaposta. Café Teatro. Muito riso. Boa disposição. E a primeira noite na casa nova (ainda não decidi se gosto ou não de camas gigantes...)
Manhã de Sábado, no Jardim da Estrela. Urban crafts. A fabulosa Kooka, de quem já era fã via internet, que tive o prazer de conhecer pessoalmente. Presentes para as meninas e para mim. O jardim, com sol. Árvores lindas. Patos. Crianças deliciosas. Almoço com a Pipa. Muita conversa em dia. Muitas gargalhadas. Muito sushi. E ida para o CCB, a meio da tarde, para ver a exposição da Joana Vasconcelos. Sem muitas palavras, ADOREI! É diferente. Inquietante. E de uma sensibilidade que se entranha.
Algum descanso depois, mais um jantar fabuloso em família. Depois, Bairro Alto. Muita gente. Muita confusão. E o bar da prima. Cepa Torta. Uma sangria, e um shot comemorativo de um aniversário à distância.
Na ressaca de um dia demasiado longo, a manhã de Domingo foi passada a descansar. O almoço de Domingo foi tardio. As horas seguintes foram passadas em tom de nostalgia.
Custa dizer adeus. Ir embora. Custa, mesmo quando sabemos que a ausência é breve. Custa, mesmo quando há outros projectos. Custa a viagem de regresso, sozinha. Apesar das saudades da princesa, a quem ainda dei um abraço, muitos beijinhos e um dragão, pelo caminho.
O serão foi passado em excelente companhia, em casa da mana. Com as sobrinhas, que são uma alegria. No próximo fim-de-semana há mais...
Subscrever:
Mensagens (Atom)



































